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terça, 09 outubro 2012 11:52

O fogo do Evangelho

O sínodo foi inaugurado com uma grande concelebração na praça de São Pedro – antes da qual Bento XVI proclamou dois novos doutores da Igreja, entre os quais a quarta mulher em pouco mais de quarenta anos – e iniciou depois os seus trabalhos com uma oração que ritma o tempo cristão. Não é formalidade, mas uma escolha que pretende reflectir uma realidade, disse o Papa na meditação improvisada sobre os textos litúrgicos. Com a preocupação, que é sua característica, de compreender a fundo o sentido das palavras da oração acabada de recitar com os bispos vindos de todo o mundo e de o fazer compreender.

Preocupação da assembleia sinodal é a palavra grega euangélion, já confirmada em Homero e que no tempo de Jesus indica uma mensagem imperial, por parte do soberano, e que por isso traz a salvação. Um termo que os primeiros escritores cristãos tiram da linguagem profana e o transformam. Assim o evangelista Lucas coloca o nascimento do menino na história do mundo relacionando-o com o édito do imperador Augusto, recordou o Papa. Acrescentando imediatamente que se Deus rompeu o silêncio e falou, é preciso interrogar-se sobre o modo como transmitir e testemunhar a sua Palavra, que é antes de tudo o lógos, o Verbo encarnado.

A busca de um modo novo de anúncio do Evangelho – a nova evangelização querida a João Paulo II, recordada com significativo afecto pelo seu sucessor – é precisamente o tema central do sínodo e do Ano da fé que está para iniciar meio século depois do concílio Vaticano II, convocado por João XXIII e guiado por Paulo VI com a mesma preocupação. Em coerência com uma história quase bimilenária que, mesmo se com os limites humanos, está marcada por um desejo de fidelidade. Neste panorama Bento XVI quis ler os dois novos doutores da Igreja: João de Ávila, figura de sacerdote reformador culto e humilde, e Hildegarda de Bingen, mulher e monja sábia que indagando a criação contemplou Deus e soube apoiar a sua Igreja.

Portanto, sínodo e Ano da fé abrem-se sob o sinal dos novos doutores, com uma chamada evidente ao essencial. Na meditação – verdadeira chave de leitura para a reflexão e para o debate sinodais – Bento XVI insistiu sobre o conteúdo da fé: no Verbo encarnado Deus falou e fala continuamente ao homem, deseja entrar nele e envolvê-lo. Eis então o significado do termo confessio, mais exigente do que professio. A fé que amadurece no coração e envolve todos os sentidos, além da dimensão intelectual, deve de facto ser levada e testemunhada no mundo.

Só com esta disponibilidade ao testemunho e ao sofrimento pela verdade podemos ser credíveis. À confessio seguir-se-á então a caritas descrita com frequência na liturgia como fervor e chama. Por isso o Papa recordou o dito (lógion) de Jesus conservada por Orígenes: «Quem está próximo de mim está perto do fogo». É o fogo da presença de Deus que incendeia e transforma, o fogo do Evangelho que deve ser anunciado todos os dias.

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A Pastoral da Comunicação da Diocese de Barretos (SP) irá promover nos dias 20 e 21 de outubro, o Retiro para Jornalistas Católicos. O tema da reflexão será "Silêncio e Palavra: caminho de evangelização", que foi tratado pelo papa Bento XVI na mensagem para a reflexão do 26º Dia Mundial das Comunicações Sociais.

O retiro será pregado pelo padre Samuel de Carvalho (foto, da Congregação Oblatos de Cristo Sacerdote, da Cidade de Maria. As inscrições devem ser feitas pelo fone (17) 3322-3565, com Milton Figueiredo, até o dia 11 de outubro com a contribuição de R$ 15,00. São apenas 30 vagas para o retiro e podem participar jornalistas de toda a diocese.

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O lema para esta 46ª Jornada Mundial, foi apresentado pelo Santo Padre Bento XVI no dia 24 de janeiro deste ano, data da festividade de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas. Os objetivos da Jornada Mundial das Comunicações Sociais estão claramente apresentados no Decreto Inter Mirifica, do Concílio Vaticano II. Entre os principais objetivos está a formação das consciências diante das responsabilidades que incumbem cada indivíduo, grupo ou sociedade, na formação da opinião pública e no uso e desenvolvimento dos meios de comunicação.

No Brasil a cada ano, por ocasião da solenidade da Ascensão do Senhor, comemora-se o Dia Mundial das Comunicações. Para comemorar a data, várias manifestações estarão acontecendo na IGREJA.

O setor de Comunicação da diocese de Cachoeiro de Itapemirim (ES) planejou para o dia 19 de maio, sábado, véspera do Dia Mundial das Comunicações, o 1º Fórum de Comunicação de Cachoeiro.

Além de comemorar o Dia Mundial das Comunicações, o evento tem como objetivo oferecer formação teórica e técnica a comunicadores das Comunidades Eclesiais de Base (CEB's), e oferecer um espaço de reflexão para profissionais comunicadores cristãos (jornalistas, radialistas, professores da área) e alunos dos cursos de Comunicação Social da região.

Em Salvador, a  Arquidiocese terá uma semana de atividades para celebrar o Dia Mundial das Comunicações Sociais 2012. O ponto alto das celebrações será no domingo, 20 de maio, com uma missa presidida arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger.

No último sábado,12, a programação para o Dia Mundial das Comunicações foi aberta com um encontro dos agentes da Pastoral de Comunicação, na Igreja Ascensão do Senhor, no Centro Administrativo da Bahia (CAB). O evento reuniu jornalistas, comunicadores e pessoas que fazem o trabalho de comunicação nas paróquias.

A arquidiocese de Maringá (PR) promoverá um encontro com comunicadores, no dia 19 de maio, com a participação especial do jornalista Sidney Rezende, um dos fundadores da Rede Central Brasileira de Notícias (CBN) e um dos apresentadores da Globonews de televisão. O tema da palestra, que terá início às 9h no anfiteatro do Colégio Marista, será "Por uma cultura de paz nos meios de comunicação".

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O Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, tem o prazer de solicitar a partilha dos conteúdos pastorais e produções audio-visivas referentes a 46° Jornada Mundial das Comunições Sociais, que se celebra no proximo 20 de maio, no qual o Santo Padre dedicou ao tema: "Silêncio e Palavra: Caminho de Evangelização".

Portanto, os ofícios de comunicação social das Conferências Episcopais, as dioceses e comunidades religiosas são convidadas a enviar materiais sobre esta jornada a Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. (o Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. )  para ser divulgado no portal www.pccs.va.

Certos que a partilha dos materiais digitais representem uma nova fronteira de comunhão, este Pontifício Conselho lhe envia as mais sinceras saudações.

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Ecclesia (Lisboa) A reflexão interior como base para uma mensagem cristã mais "sólida" vai estar em destaque no 46º Dia Mundial das Comunicações Sociais, iniciativa da Igreja Católica que, em Portugal, tem apresentação marcada para 10 de maio.

Em declarações concedidas hoje à Agência ECCLESIA, o diretor do Secretariado Nacional das Comunicações Sociais (SNCS), cónego João Aguiar Campos, sublinha a pertinência do tema "Silêncio e Palavra: Caminhos de Evangelização", proposto por Bento XVI.

Para o sacerdote, a mensagem do Papa "surge como uma enorme provocação", numa sociedade com "muito ruído, muita informação mas onde há pouco intervalo de reflexão", o que complica a formulação de uma "comunicação mais sólida".

"Vive-se muito de ações e reações, afirmações e comentários e tudo com uma rapidez enorme, a palavra pode ser efetivamente palavreado e não trazer peso nenhum dentro dela, esse é um dos males do tempo presente", aponta aquele responsável.

Com o objetivo de dar mais impacto a toda esta problemática, o SNCS vai promover a apresentação do Dia Mundial das Comunicações Sociais aos jornalistas num "espaço de silêncio", o Mosteiro das Clarissas, em Lisboa.

O programa do evento prevê a participação do presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais, D. Pio Alves, e terá como intervenientes a irmã Maria Albertina (Clarissas) e o jornalista Henrique Monteiro.

Segundo o diretor do SNCS, "é provável" que o tema esteja presente também nas Jornadas Nacionais de Comunicação Social, marcadas para 27 e 28 de setembro, nas instalações dos Missionários do Verbo Divino, em Fátima, mas cujo programa "ainda está em debate".

No meio destas duas iniciativas, surge a promoção do encontro ibérico das Comissões Episcopais de Comunicação Social, previsto para Fátima, de 25 a 27 de junho, dedicado aos "Media: portas da fé".

"O que se propõe neste evento com os bispos de Portugal e de Espanha é que eles olhem para os diversos media como meios capazes de indicar a porta da fé", explica o cónego João Aguiar, para quem a Igreja deve aproveitar o potencial dos órgãos de informação para "ir ao encontro das pessoas que não estão nos adros das Igrejas".

"A rádio, a televisão, os jornais, a internet, na seriedade e profundidade com que abordam os temas e fazem a proposta da dimensão religiosa, podem ser portas da fé para muitas pessoas e não podem estar alheios a este serviço", ressalva ainda.

De acordo com o sacerdote, a temática do encontro ibérico está imbuída do mesmo espírito que vai dominar o Ano da Fé, convocado por Bento XVI para o próximo mês de outubro.

"A nota da Congregação para a Doutrina da Fé, com indicações pastorais para o Ano da Fé, diz que a iniciativa quer contribuir para que todos os membros da Igreja sejam testemunhas credíveis e alegres do Senhor Ressuscitado", recorda.

Publicado em PCCS

Mensagem de Sua Santidade o Papa Bento XVI

para o XLVI Dia Mundial das Comunicações Sociais

(20 de Maio de 2012)

Tema: «Silêncio e palavra: caminho de evangelização»

Amados irmãos e irmãs,

Ao aproximar-se o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2012, desejo partilhar convosco algumas reflexões sobre um aspecto do processo humano da comunicação que, apesar de ser muito importante, às vezes fica esquecido, sendo hoje particularmente necessário lembrá-lo. Trata-se da relação entre silêncio e palavra: dois momentos da comunicação que se devem equilibrar, alternar e integrar entre si para se obter um diálogo autêntico e uma união profunda entre as pessoas. Quando palavra e silêncio se excluem mutuamente, a comunicação deteriora-se, porque provoca um certo aturdimento ou, no caso contrário, cria um clima de indiferença; quando, porém se integram reciprocamente, a comunicação ganha valor e significado.

O silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras densas de conteúdo. No silêncio, escutamo-nos e conhecemo-nos melhor a nós mesmos, nasce e aprofunda-se o pensamento, compreendemos com maior clareza o que queremos dizer ou aquilo que ouvimos do outro, discernimos como exprimir-nos. Calando, permite-se à outra pessoa que fale e se exprima a si mesma, e permite-nos a nós não ficarmos presos, por falta da adequada confrontação, às nossas palavras e ideias. Deste modo abre-se um espaço de escuta recíproca e torna-se possível uma relação humana mais plena. É no silêncio, por exemplo, que se identificam os momentos mais autênticos da comunicação entre aqueles que se amam: o gesto, a expressão do rosto, o corpo enquanto sinais que manifestam a pessoa. No silêncio, falam a alegria, as preocupações, o sofrimento, que encontram, precisamente nele, uma forma particularmente intensa de expressão. Por isso, do silêncio, deriva uma comunicação ainda mais exigente, que faz apelo à sensibilidade e àquela capacidade de escuta que frequentemente revela a medida e a natureza dos laços. Quando as mensagens e a informação são abundantes, torna-se essencial o silêncio para discernir o que é importante daquilo que é inútil ou acessório. Uma reflexão profunda ajuda-nos a descobrir a relação existente entre acontecimentos que, à primeira vista, pareciam não ter ligação entre si, a avaliar e analisar as mensagens; e isto faz com que se possam compartilhar opiniões ponderadas e pertinentes, gerando um conhecimento comum autêntico. Por isso é necessário criar um ambiente propício, quase uma espécie de «ecossistema» capaz de equilibrar silêncio, palavra, imagens e sons.

Grande parte da dinâmica actual da comunicação é feita por perguntas à procura de respostas. Os motores de pesquisa e as redes sociais são o ponto de partida da comunicação para muitas pessoas, que procuram conselhos, sugestões, informações, respostas. Nos nossos dias, a Rede vai-se tornando cada vez mais o lugar das perguntas e das respostas; mais, o homem de hoje vê-se, frequentemente, bombardeado por respostas a questões que nunca se pôs e a necessidades que não sente. O silêncio é precioso para favorecer o necessário discernimento entre os inúmeros estímulos e as muitas respostas que recebemos, justamente para identificar e focalizar as perguntas verdadeiramente importantes. Entretanto, neste mundo complexo e diversificado da comunicação, aflora a preocupação de muitos pelas questões últimas da existência humana: Quem sou eu? Que posso saber? Que devo fazer? Que posso esperar? É importante acolher as pessoas que se põem estas questões, criando a possibilidade de um diálogo profundo, feito não só de palavra e confrontação, mas também de convite à reflexão e ao silêncio, que às vezes pode ser mais eloquente do que uma resposta apressada, permitindo a quem se interroga descer até ao mais fundo de si mesmo e abrir-se para aquele caminho de resposta que Deus inscreveu no coração do homem.

No fundo, este fluxo incessante de perguntas manifesta a inquietação do ser humano, sempre à procura de verdades, pequenas ou grandes, que dêem sentido e esperança à existência. O homem não se pode contentar com uma simples e tolerante troca de cépticas opiniões e experiências de vida: todos somos perscrutadores da verdade e compartilhamos este profundo anseio, sobretudo neste nosso tempo em que, «quando as pessoas trocam informações, estão já a partilhar-se a si mesmas, a sua visão do mundo, as suas esperanças, os seus ideais» (Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2011).

Devemos olhar com interesse para as várias formas de sítios, aplicações e redes sociais que possam ajudar o homem actual não só a viver momentos de reflexão e de busca verdadeira, mas também a encontrar espaços de silêncio, ocasiões de oração, meditação ou partilha da Palavra de Deus. Na sua essencialidade, breves mensagens – muitas vezes limitadas a um só versículo bíblico – podem exprimir pensamentos profundos, se cada um não descuidar o cultivo da sua própria interioridade. Não há que surpreender-se se, nas diversas tradições religiosas, a solidão e o silêncio constituem espaços privilegiados para ajudar as pessoas a encontrar-se a si mesmas e àquela Verdade que dá sentido a todas as coisas. O Deus da revelação bíblica fala também sem palavras: «Como mostra a cruz de Cristo, Deus fala também por meio do seu silêncio. O silêncio de Deus, a experiência da distância do Omnipotente e Pai é etapa decisiva no caminho terreno do Filho de Deus, Palavra Encarnada. (...) O silêncio de Deus prolonga as suas palavras anteriores. Nestes momentos obscuros, Ele fala no mistério do seu silêncio» (Exort. ap. pós-sinodal Verbum Domini, 30 de Setembro de 2010, n. 21). No silêncio da Cruz, fala a eloquência do amor de Deus vivido até ao dom supremo. Depois da morte de Cristo, a terra permanece em silêncio e, no Sábado Santo – quando «o Rei dorme (...), e Deus adormeceu segundo a carne e despertou os que dormiam há séculos» (Ofício de Leitura, de Sábado Santo) –, ressoa a voz de Deus cheia de amor pela humanidade.

Se Deus fala ao homem mesmo no silêncio, também o homem descobre no silêncio a possibilidade de falar com Deus e de Deus. «Temos necessidade daquele silêncio que se torna contemplação, que nos faz entrar no silêncio de Deus e assim chegar ao ponto onde nasce a Palavra, a Palavra redentora» (Homilia durante a Concelebração Eucarística com os Membros da Comissão Teológica Internacional, 6 de Outubro de 2006). Quando falamos da grandeza de Deus, a nossa linguagem revela-se sempre inadequada e, deste modo, abre-se o espaço da contemplação silenciosa. Desta contemplação nasce, em toda a sua força interior, a urgência da missão, a necessidade imperiosa de «anunciar o que vimos e ouvimos», a fim de que todos estejam em comunhão com Deus (cf. 1 Jo 1, 3). A contemplação silenciosa faz-nos mergulhar na fonte do Amor, que nos guia ao encontro do nosso próximo, para sentirmos o seu sofrimento e lhe oferecermos a luz de Cristo, a sua Mensagem de vida, o seu dom de amor total que salva.

Depois, na contemplação silenciosa, surge ainda mais forte aquela Palavra eterna pela qual o mundo foi feito, e identifica-se aquele desígnio de salvação que Deus realiza, por palavras e gestos, em toda a história da humanidade. Como recorda o Concílio Vaticano II, a Revelação divina realiza-se por meio de «acções e palavras intimamente relacionadas entre si, de tal modo que as obras, realizadas por Deus na história da salvação, manifestam e confirmam a doutrina e as realidades significadas pelas palavras; e as palavras, por sua vez, declaram as obras e esclarecem o mistério nelas contido» (Const. dogm. Dei Verbum, 2). E tal desígnio de salvação culmina na pessoa de Jesus de Nazaré, mediador e plenitude da toda a Revelação. Foi Ele que nos deu a conhecer o verdadeiro Rosto de Deus Pai e, com a sua Cruz e Ressurreição, nos fez passar da escravidão do pecado e da morte para a liberdade dos filhos de Deus. A questão fundamental sobre o sentido do homem encontra a resposta capaz de pacificar a inquietação do coração humano no Mistério de Cristo. É deste Mistério que nasce a missão da Igreja, e é este Mistério que impele os cristãos a tornarem-se anunciadores de esperança e salvação, testemunhas daquele amor que promove a dignidade do homem e constrói a justiça e a paz.

Palavra e silêncio. Educar-se em comunicação quer dizer aprender a escutar, a contemplar, para além de falar; e isto é particularmente importante paras os agentes da evangelização: silêncio e palavra são ambos elementos essenciais e integrantes da acção comunicativa da Igreja para um renovado anúncio de Jesus Cristo no mundo contemporâneo. A Maria, cujo silêncio «escuta e faz florescer a Palavra» (Oração pela Ágora dos Jovens Italianos em Loreto, 1-2 de Setembro de 2007), confio toda a obra de evangelização que a Igreja realiza através dos meios de comunicação social.

Vaticano, 24 de Janeiro – dia de São Francisco de Sales – de 2012.

Benedictus PP XVI

Publicado em Magisterio





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