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O lema para esta 46ª Jornada Mundial, foi apresentado pelo Santo Padre Bento XVI no dia 24 de janeiro deste ano, data da festividade de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas. Os objetivos da Jornada Mundial das Comunicações Sociais estão claramente apresentados no Decreto Inter Mirifica, do Concílio Vaticano II. Entre os principais objetivos está a formação das consciências diante das responsabilidades que incumbem cada indivíduo, grupo ou sociedade, na formação da opinião pública e no uso e desenvolvimento dos meios de comunicação.

No Brasil a cada ano, por ocasião da solenidade da Ascensão do Senhor, comemora-se o Dia Mundial das Comunicações. Para comemorar a data, várias manifestações estarão acontecendo na IGREJA.

O setor de Comunicação da diocese de Cachoeiro de Itapemirim (ES) planejou para o dia 19 de maio, sábado, véspera do Dia Mundial das Comunicações, o 1º Fórum de Comunicação de Cachoeiro.

Além de comemorar o Dia Mundial das Comunicações, o evento tem como objetivo oferecer formação teórica e técnica a comunicadores das Comunidades Eclesiais de Base (CEB's), e oferecer um espaço de reflexão para profissionais comunicadores cristãos (jornalistas, radialistas, professores da área) e alunos dos cursos de Comunicação Social da região.

Em Salvador, a  Arquidiocese terá uma semana de atividades para celebrar o Dia Mundial das Comunicações Sociais 2012. O ponto alto das celebrações será no domingo, 20 de maio, com uma missa presidida arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger.

No último sábado,12, a programação para o Dia Mundial das Comunicações foi aberta com um encontro dos agentes da Pastoral de Comunicação, na Igreja Ascensão do Senhor, no Centro Administrativo da Bahia (CAB). O evento reuniu jornalistas, comunicadores e pessoas que fazem o trabalho de comunicação nas paróquias.

A arquidiocese de Maringá (PR) promoverá um encontro com comunicadores, no dia 19 de maio, com a participação especial do jornalista Sidney Rezende, um dos fundadores da Rede Central Brasileira de Notícias (CBN) e um dos apresentadores da Globonews de televisão. O tema da palestra, que terá início às 9h no anfiteatro do Colégio Marista, será "Por uma cultura de paz nos meios de comunicação".

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Lisboa (Ecclesia) – A compreensão da linguagem do silêncio e a sua transmissão nos meios de comunicação social constituem dois dos principais desafios colocados aos jornalistas que querem descrever a ausência de palavras que caracteriza frequentemente o fenómeno religioso.

José António Santos, secretário-geral da Agência Lusa, recorda o momento em que João Paulo II orou no Santuário de Fátima, em maio de 1991: "Um manto de sossego envolveu a capelinha e demais espaço envolvente. O Papa rezava mergulhado em oração íntima, completamente alheado do que se passaria em redor".

"Ainda hoje sinto dificuldade em explicar aquele silêncio do Papa", escreve o jornalista em texto publicado na edição de hoje do semanário Agência ECCLESIA, cujo tema central é dedicado ao 46.º Dia Mundial das Comunicações Sociais, que a Igreja Católica assinala a 20 de maio.

Alexandra Serôdio, repórter do Jornal de Notícias, descobriu "há muito" serem "os silêncios que transmitem a verdadeira realidade das coisas e da vida", mas a sua interpretação "tem sido um desafio constante" para uma jornalista que "faz da escrita o seu modo de vida".

Interpretar e comunicar o silêncio é também "um objetivo de quem quer perceber o que move hoje a sociedade", porque "mais que as palavras ditas de forma mais ou menos agradável ou mesmo emotiva, são os gestos, os olhares e os silêncios que devem ajudar a interpretar a verdadeira realidade", realça.

O mesmo repto é colocado a quem trabalha com a imagem, como sublinha Imelda Monteiro, rosto dos programas ECCLESIA e '70x7', transmitidos pela RTP-2: "Televisão, dizia a minha cultura académica, não rima com silêncio. Televisão é som, é palavra, é imagem em movimento... é uma transmissão contínua de estímulos comunicacionais. Será que tem lugar para comunicar o silêncio?".

Uma inquietação que revive sempre que o objetivo é mostrar lugares e ambientes habitados pelo silêncio, como quando visitou um mosteiro de religiosas Clarissas: "Acreditem que para quem trabalha em televisão não é uma tarefa fácil".

"Retenho na memória espaços enormes e vazios onde o que predomina é a ausência: ausência de movimento, ausência de som... Tudo o que tinha à minha frente contrariava as regras da televisão", recorda.

O padre Rui Osório lembra que o Papa, ao escolher o tema para o Dia Mundial das Comunicações, "Silêncio e palavra: caminho de evangelização", introduziu uma regra essencial: "não basta ter que dizer; é importante saber ouvir".

"A palavra tem necessidade do silêncio para ganhar expressividade", frisa o jornalista, acrescentando que "a cultura digital não precisa apenas de tecnocratas, mas de quem a humanize com sabedoria, conjugando, com elevação cultural e espiritual, a beleza da palavra com o encanto do silêncio".

A suspensão da palavra é também essencial na transmissão do cristianismo, nota o sacerdote: "Deus queira que os cristãos jamais comuniquem a outros a Palavra de Deus sem a escutar no silêncio contemplativo, atentos aos sinais dos tempos e ao modo como as pessoas se dão ao diálogo para que se faça luz".

"Treinados no 'pensamento produtivo', o silêncio assusta-nos. Quando calamos algum tempo agitamo-nos, sentimo-nos inúteis, e desesperamos", aponta por seu lado Pedro Gil, diretor do Gabinete de Imprensa do Opus Dei.

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Salvador.- Em comemoração ao 46º Dia Mundial das Comunicações Sociais, que este ano tem como tema "Silêncio e Palavra: caminho de evangelização", a Pastoral da Comunicação da Arquidiocese de Salvador realiza, no dia 12 de maio, a partir das 14h, um encontro com todos os agentes da pastoral, seguido de Missa. A celebração será presidida pelo coordenador da Pascom Arquidiocesana, padre Manoel Filho, na Igreja Ascensão do Senhor (3ª Avenida, Centro Administrativo da Bahia – CAB). Mais informações pelo telefone (71) 4009-6604.

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Ecclesia (Lisboa) A reflexão interior como base para uma mensagem cristã mais "sólida" vai estar em destaque no 46º Dia Mundial das Comunicações Sociais, iniciativa da Igreja Católica que, em Portugal, tem apresentação marcada para 10 de maio.

Em declarações concedidas hoje à Agência ECCLESIA, o diretor do Secretariado Nacional das Comunicações Sociais (SNCS), cónego João Aguiar Campos, sublinha a pertinência do tema "Silêncio e Palavra: Caminhos de Evangelização", proposto por Bento XVI.

Para o sacerdote, a mensagem do Papa "surge como uma enorme provocação", numa sociedade com "muito ruído, muita informação mas onde há pouco intervalo de reflexão", o que complica a formulação de uma "comunicação mais sólida".

"Vive-se muito de ações e reações, afirmações e comentários e tudo com uma rapidez enorme, a palavra pode ser efetivamente palavreado e não trazer peso nenhum dentro dela, esse é um dos males do tempo presente", aponta aquele responsável.

Com o objetivo de dar mais impacto a toda esta problemática, o SNCS vai promover a apresentação do Dia Mundial das Comunicações Sociais aos jornalistas num "espaço de silêncio", o Mosteiro das Clarissas, em Lisboa.

O programa do evento prevê a participação do presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais, D. Pio Alves, e terá como intervenientes a irmã Maria Albertina (Clarissas) e o jornalista Henrique Monteiro.

Segundo o diretor do SNCS, "é provável" que o tema esteja presente também nas Jornadas Nacionais de Comunicação Social, marcadas para 27 e 28 de setembro, nas instalações dos Missionários do Verbo Divino, em Fátima, mas cujo programa "ainda está em debate".

No meio destas duas iniciativas, surge a promoção do encontro ibérico das Comissões Episcopais de Comunicação Social, previsto para Fátima, de 25 a 27 de junho, dedicado aos "Media: portas da fé".

"O que se propõe neste evento com os bispos de Portugal e de Espanha é que eles olhem para os diversos media como meios capazes de indicar a porta da fé", explica o cónego João Aguiar, para quem a Igreja deve aproveitar o potencial dos órgãos de informação para "ir ao encontro das pessoas que não estão nos adros das Igrejas".

"A rádio, a televisão, os jornais, a internet, na seriedade e profundidade com que abordam os temas e fazem a proposta da dimensão religiosa, podem ser portas da fé para muitas pessoas e não podem estar alheios a este serviço", ressalva ainda.

De acordo com o sacerdote, a temática do encontro ibérico está imbuída do mesmo espírito que vai dominar o Ano da Fé, convocado por Bento XVI para o próximo mês de outubro.

"A nota da Congregação para a Doutrina da Fé, com indicações pastorais para o Ano da Fé, diz que a iniciativa quer contribuir para que todos os membros da Igreja sejam testemunhas credíveis e alegres do Senhor Ressuscitado", recorda.

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